sábado, 10 de dezembro de 2016

[2º Crônica] - O nosso bosque


Quando fizeram era lindo, mas com o tempo isso acabou, as pessoas não entendem que nada dura para sempre. Em tempo de festa acontecem vários eventos, que acontecem de várias maneiras, chega o trio elétrico, as barracas e as bebidas. As pessoas que estão em casa morrem de ansiedade, querendo chegar,  não aquentam e vão mais cedo chegando lá elas não veem nada porque além de não chegar ninguém elas estão isoladas, mas com o tempo vai chegando muitas pessoas e logo tem um monte de fãs. Todos escutam a música e o evento começa, passa muito tempo muita gente pulando e se divertindo. Porém, quando acaba a festa as pessoas que estão lá não tem consciência de nada e deixa aquela sujeira no chão e nem todo mundo sabe que pode acabar com o nosso bosque

Autor: Deivison, 9º ano




sábado, 3 de dezembro de 2016

[2º Crônica] - Crônica


Bom, a minha rua é muito calma. Um certo dia fiquei reparando a minha rua e as pessoas que a moram lá, tem vizinho de todo tipo comecei a reparar que as pessoas reclamam muito da vida que tem, mas nem todo mundo tem o que quer, mas sim o que pode. Na minha casa mora eu os meus pais e a minha vó temos o que precisamos, mas tem muita gente que reclama por não ser rica, porém tem gente que nem um teto para morar tem, nem o que come tem e ainda é feliz mesmo morando na rua.
Eu reparei em uma cena muito triste há um tempo a trás uma pessoa pediu um prato de comida na casa da minha vizinha ela fechou a porta na cara do moço, o rapaz saiu com a cabeça abaixada e com a lágrima no olhar. Na mesma hora eu chamei o moço e perguntei se ele queria um prato de comida, eu entreguei e ele disse: “Obrigada” mas falou uma frase que nunca saiu da minha cabeça “muito obrigada menina que deus ilumine sua vida”.


Autora: Carol,9º ano

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

[2º Crônica] - Vamos nos mudar!

                                                                
Era um dia comum de domingo, acordo tranquila e vou até o quarto de minha mãe olhar se a mesma acordou, mas, não a vi lá. Fui à cozinha, ela não estava lá, porém logo a vi abrindo a porta.
- Onde a senhora estava!? – Eu disse.
- Acertando com o homem que vai levar a nossa mudança – Respondeu-me ela.
- O que!? Nós vamos nos mudar?
- Sim. Você vai gostar do lugar!
Naquele momento fiquei em choque, íamos nos mudar para um lugar extremamente longe do centro e da minha escola, eu teria que pegar ônibus pra tudo, o que tem de bom nisso!?
Logo depois fomos encaixota nossas coisas e colocar no caminhão de mudança, foi tudo muito rápido, não tínhamos muitos móveis e minha ficha ainda não tinha caído.
Fomos seguindo de carro atrás do caminhão, eu, claro, com a cara na janela, observando tudo ao meu redor: crianças brincando, pessoas vendendo coisas em suas portas. É, tudo normal! Nada de interessante até agora – pensei. Até que passamos a zona urbana de Arapiraca e estramos na sua zona rural... Eu nunca tinha visto um lugar tão belo, abro a janela para que o vento sopre em meus cabelos, logo, sinto aquele cheiro de terra molhada e o som de folhas das grandes árvores. Nunca havia sonhado que em Arapiraca houvesse um lugar tão belo que fizesse você se esquecer de todo aquele estresse que você passa no centro, vários carros buzinando, pessoas brigando...Tudo isso fica para trás.

Chegamos na porta da nova casa era branca tinha um jardim perfeito na frente...Olhei para minha mãe com um sorriso de orelha a orelha como quem aprova e agradece pelo local.

Autora: Mirele, 9º ano

[2º Crônica] - O Calçamento


Minha infância não foi muito divertida, mas teve uma época, e que época! Que calçaram a minha rua!
Uma das épocas mais legais,  eu digo época por que demorou muito para terminar por completo. Isso foi um dos momentos mais marcantes na minha rua, pois já aconteceram alguns acidentes por conta dos buracos.
Lembro de tudo, muitas crianças brincando na rua, entrando na encanação da rua. Voltávamos para casa todos sujos de terra, nossas mães brigavam um pouco, talvez bastante.
Com um mês calçarama rua por completo, isso acabou co  a felicidade das crianças, mas os adutos ficaram felizes com o término do calçamento, hoje a rua é calçada e limpa, porém sem nenhuma criança brincando como antes. 

Autora: Marcela, 9° ano

[2º Crônica] - Minha rua no natal


Em minha rua, tudo é calmo e pacato, poucas coisas animadas, até nas festas natalinas. No entanto, existem coisas simples que me chamam a atenção, o jeito que cada um olha para o próximo, as pessoas ficam mais caridosas. 
Na minha rua existem uma campanha no natal, doar um presente para uma criança carente, acho isso muito bonito, mas por que só no Natal? De que adianta um presentinho no natal, e a miséria do resto do ano? Porém só de olhar os olhos de cada criança recebendo uma doação, da pra perceber que para elas esse pequeno presente faz uma grande diferença.
 Cada um da rua tem a sua bondade, uns dão doces para as crianças, tem vizinho que faz festa e chama todos na vizinhança, cada um leva uma comida diferente, a rua fica em clima de paz e amor, como se um espírito de leveza entrasse em cada um e trouxesse um ar puro dentro deles, pois assim é o natal faz as pessoas terem um senso de compaixão pelo próximo. Ah! como eu queria que fosse natal todo dia para nada mudar e todos continuarem assim... em paz.

Autora: Paola, 9º ano

[2º Crônicas] - Naquela pracinha


Havia muito assalto de manhã, de tarde ou de noite, não importava a hora. Toda manhã eu passo por lá, toda manhã ela fica me olhando. Às sete horas da manhã, enquanto eu passava por lá, na minha frente reparo um assalto acontecendo, havia duas meninas indo para a escola pela pracinha e de repente para uma moto, o homem da moto anuncia: “Passa o celular”, sem ter como correr, elas entregam.
Outro dia a mesma coisa, outro assalto acontecendo naquela mesma pracinha, por trás da minha casa. Com esses assaltos a pracinha foi ficando sem graça, as crianças que costumavam jogar bola lá pararam de ir. De noite pessoas fumando e bebendo, ninguém se arriscava mais passar por lá. Acabei ficando com medo e não passando mais por lá, agora só vou pelo outro lado da rua.
Naquela pracinha onde eu brincava todos os dias, andava de bicicleta. Bichinha da pracinha, esta ficando cada vez mais sem graça, mais triste, mais machucada.
Que bom! Resolveram trazer aquela alegria de volta, fizeram um parquinho, com escorregador e balancinho. Agora sim! Ficou uma gracinha. E com aquela multidão de crianças e pais foram acabando os assaltos. Que bom, agora posso passar por lá novamente.

Autor: Erilaine, 9º ano

[2º Crônica] - Gesto Simples


Em um momento de correria pela cidade onde vivi, fui em busca de enfeites decorativos para a festa, em um momento consigo encontrar um minuto de descanso. Entro em uma lanchonete, a mais próxima que encontrei e antes de escolher qualquer coisa, só sento, fecho os olhos por 3 segundos a fim de relaxar e volto a minha postura.
Olhando através da vidraçaria da lanchonete, já com o lanche em mãos, deparo-me com uma mulher muito elegante por sinal, abordando um garoto que estava sentado em frente à igreja que havia naquele lugar, um garoto totalmente sujo e com uma feição triste.
Em um piscar de olhos, a mulher passa pela porta do local segurando a mão da criança que já não se continha de tanta felicidade, nem aparentava ser a mesma criança de 2 minutos atrás.
Chegando em frente ao balcão e muito próximo de mim, a mulher abaixou-se para ficar à altura da criança e lhe pede uma coisa: “_Escolhe o que você quiser”.
A criança em um gesto de surpresa misturado com emoção, com os olhos cheios de lágrimas lhe pergunta: “_Sério?”. E a mulher sem demonstrar incerteza alguma em seu tom de voz diz: “_É claro!” sendo assim, a criança faz o pedido.
Olho por toda a lanchonete, e não vejo mais ninguém além de mim observando aquela cena. Quando volto a olhar a criança, ela olha para mim com um enorme sorriso estampado no rosto, retribuo o sorriso com a mesma intensidade. Retiro-me dali muito feliz em saber que em um mundo de tanta crueldade, ainda existem pessoas que se importam umas com as outras.

Autora: Márcia, 9º ano